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Museu realiza exposição interativa sobre as abelhas

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Em 27 de junho de 2019

De 10 a 17 de junho, o Museu de História Natural do Dante apresentou uma exposição especial sobre as abelhas, alertando os alunos sobre a importância delas e de outros polinizadores para o planeta. A exposição era interativa e contou com oficinas, jogos e brincadeiras, além de uma visita a uma colmeia de verdade de abelhas Jataí, espécie nativa brasileira que não tem ferrão, é pacífica e não ataca.  “Seu mel é muito doce e elas podem ser criadas em casa. São bem menores do que as abelhas que estamos acostumados a ver, as amarelas e pretas, que são as abelhas exóticas europeias e africanas. A entrada da colônia das abelhas jataís é estreita e parece uma chaminé. Já os favos de mel têm formato de potes”, explica a bióloga Giovana Castro Oliveira, que acompanhou as crianças na visita à colmeia de Jataí que fica no jardim do Dante, de frente para a alameda Jaú, em uma caixa de madeira. “No Brasil são conhecidas mais de 3 mil espécies, entre elas os meliponíneos, que são as abelhas sem ferrão. Existem abelhas de várias cores: a clássica amarela e preta, mas também toda preta, verde, azulada e até as com cores metálicas. No mundo todo, são mais de 20 mil espécies”, conta Giovana.

A cada dia, a exposição trabalhou um tema diferente dentro desse universo: Como são as abelhas? Como vivem? Qual a importância da polinização? Quais são os impactos negativos nas populações desses insetos? E, por último: Como cidadãos, como podemos contribuir para diminuir esses impactos? “Plantar flores e ervas aromáticas, adotar uma colmeia das abelhas que não têm ferrão, diminuir o uso de agrotóxicos, dar preferência a produtos naturais e orgânicos e evitar poluição e desmatamento são exemplos disso”, ensina Giovana.  “As abelhas realizam a polinização das flores, da qual resulta a formação de frutos e sementes que, futuramente, produzirão uma nova planta. Morcegos e borboletas, entre outros animais, também são polinizadores, mas são as abelhas as principais responsáveis por esse processo”, afirma Ana Paula Fioretti, a supervisora do museu.

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