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High School promove palestra sobre como ingressar em uma universidade americana

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Em 6 de junho de 2019

No dia 28 de maio o Dante recebeu Emilio Costa, autor do livro “Como ingressar numa universidade americana – e a diferença que isto fará na sua vida”, para uma palestra organizada pela High School. Ele escreveu o livro depois de acompanhar o processo de application de seu filho, que é ex-aluno do Dante, formou-se no Dante High School e foi aceito em oito universidades americanas. Hoje, estuda economia na UCLA, em Los Angeles. Assim como o filho, Emilio também estudou nos Estados Unidos, tendo sido bolsista da Universidade de Michigan e da George Washington University para completar sua formação acadêmica, que começou no Brasil pela Fundação Getulio Vargas. Emilio trabalhou no Banco Central por 25 anos, foi articulista do Jornal da Tarde por mais de uma década e deu aula na FGV, no Mackenzie e no Insper.

A palestra contou com dicas e informações valiosas sobre todo o processo de aplicação para as universidades dos EUA, explicando como funcionam os rankings, como escolher a faculdade de acordo com o perfil do aluno (e assim aumentar suas chances de ser aceito), a diferença entre o SAT e o ACT, o IELTS e o TOEFL e qual deles prestar, como funcionam as bolsas de estudo e por que o desempenho escolar nos últimos quatro anos conta mais do que os pontos conquistados nos testes, além da importância das cartas de apresentação e redações (as essays). “Os testes são uma peneira, assim como a média de notas do 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio, que eles chamam de GPA – Grade Point Average. Mas as essays são a cereja do bolo da application, é o que realmente vai destacar você dos demais candidatos e pode definir a aceitação. Os avaliadores querem saber quem você é, como é sua vida fora da sala de aula, sua história, suas conquistas e seus interesses. Seja honesto, mas poetize e romantize sua história. Você será o único e principal assunto da sua redação”, explicou Emilio.

Além das notas, também pesa no currículo escolar as atividades extracurriculares feitas pelo aluno. Mas, segundo Emilio, a qualidade pesa mais do que a quantidade: “Existe uma ideia de que, se quiser estudar fora, você tem que participar de algum projeto social. Isso não é verdade. O que eles querem ver é o desenvolvimento de liderança, o envolvimento do estudante e o impacto que essa atividade trouxe para a comunidade em que vive. Tem que ser algo significativo, mas pode ser esporte, evento cultural ou acadêmico, criar um jogo, fazer um filme, entre muitas outras atividades que não são necessariamente voluntariado”.

Sobre o título do livro, Emilio diz que a diferença que estudar fora faz na vida do aluno é a responsabilidade, o amadurecimento, conviver com pessoas do mundo inteiro e abrir a cabeça. “Você tem que se virar sozinho e se desenvolve muito.”

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