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Ex-aluna do Dante ingressa na Unicamp por medalha de ouro em Olimpíada de Astronomia

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Em 12 de março de 2020

A ex-aluna do Dante Bianca Pucca Fernandes ganhou, em 2019, medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA). Além desta ser uma importante vitória por si só, a conquista também permitiu que ela ingressasse em engenharia mecânica na Unicamp.  

Atualmente algumas universidades brasileiras abriram espaço às chamadas vagas olímpicas. Isso significa que uma parte das vagas é reservada a medalhistas de olimpíadas em suas áreas correlatas. Bianca afirma que seu interesse em astronomia a levou a participar da prova, mas o incentivo dos professores e a divulgação da olimpíada pelo Colégio foi essencial para que ela se informasse melhor a respeito e pudesse se preparar.

“O Dante foi a principal influência no modo como eu estruturo os meus estudos e, acima de tudo, o meu melhor apoio para o desenvolvimento e a percepção das relações sociais que estabeleço com o mundo”, comenta. Sobre a escolha do curso, Bianca diz que sempre foi apaixonada por exatas e a engenharia mecânica a encanta especialmente “pelo potencial que as projeções sobre máquinas têm para solucionar problemas sociais e ambientais que enfrentamos hoje em dia”.

O professor Manoel Neto, que coordena o Departamento de Física do Dante, conta que os resultados dos alunos do Colégio na OBA costumam ser sempre excelentes: “em 2019 tivemos 6 medalhistas de ouro, 4 de prata e 9 de bronze”, afirma. O Departamento de Física oferece cursos preparatórios para as duas grandes olimpíadas da área, a OBA e a Olimpíada Brasileira de Física (OBF), na qual o Dante também ganhou medalha de ouro pelo segundo ano consecutivo.

Existem dois motivos principais para que os alunos participem das olimpíadas. De acordo com o professor Manoel, o primeiro deles é a divulgação e o incentivo à produção científica: “a olimpíada traz um desafio ao aluno, faz com que ele pense e faça articulações diferentes das que são propostas em provas ou avaliações do Colégio. Ele é incentivado a buscar respostas alternativas, a estimar, a prever, a olhar de uma maneira mais curiosa para determinadas situações e, além de tudo, ser contextualizado com questões atuais da ciência”. O professor acredita que o contato dos alunos com esse tipo de competição estimula aqueles que têm determinado perfil a se aprofundarem e enxergarem a área científica como uma possibilidade de carreira profissional. “Pode ser um grande estímulo, inclusive para melhorarmos este nicho acadêmico no Brasil”, reflete.

O segundo motivo se dá pela possibilidade de ingresso em algumas universidades públicas muito requisitadas, como USP e Unicamp, por meio de medalhas de ouro, por exemplo. O professor afirma que é necessário verificar em cada edital qual forma de processo seletivo vale mais a pena. “Na Unicamp eram 7 vagas para medalhistas na área de engenharia, já na USP era apenas uma”, comenta. No entanto, a depender do curso e da quantidade de vagas, o caminho é uma alternativa que pode eximir o aluno de prestar o vestibular tradicional.

Os interessados em participar de olimpíadas dos mais diferentes nichos de conhecimento devem procurar os respectivos coordenadores das disciplinas de interesse para saber melhor sobre as possibilidades de ingresso em universidades públicas e sobre a preparação que o Colégio Dante oferece.

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